Organizando as finanças em 2015

18/11/15 09:35
 
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Organizando as finanças em 2015

O ano passou em um piscar de olhos, e muitas das atividades preparadas para este ano podem ter que ficar para 2016. Entretanto, se o assunto é a questão financeira, é possível ainda utilizar os últimos dias de 2015 para se restabelecer e planejar as férias de janeiro sem crise. 

De acordo com o educador financeiro Reinaldo Domingos, autor do livro Terapia Financeira da Editora DSOP, algumas orientações podem ajudar os brasileiros que querem passar longe da onda de endividamento no final deste ano. 

Primeiro, ele ressalta que é preciso evitar compras por impulso, ainda mais em época de festas. “Os consumidores devem se fazer algumas perguntas antes de comprar: ‘Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento?’, ‘Se não comprar isso hoje, o que acontecerá?’, ‘Tenho dinheiro para comprar a vista?’ e assim por diante”, afirma. 

Além disso, realizar o planejamento do fim de ano permite ao consumidor facilita a vida de quem pretende fechar o ano sem dívidas. Ao se listar os ganhos e despesas, torna-se viável avaliar a situação financeira. Outro passo importante é avaliar o quanto poderá ser reservado para comprar presentes e artigos das festas de fim de ano. 

“Evite a todo custo entrar no limite do cheque especial e pagar a parcela mínima do cartão de crédito. Reserve parte do décimo terceiro para as despesas do início do ano como IPVA, IPTU, matrícula e material escolar. E tome cuidado ao parcelar viagens”, ressalta Domingos.
E para quem pensa em economizar e poupar sempre, e não só no final do ano, basta seguir mais três dicas: pesquisar preços para comprar à vista, pedir desconto e reter 10% dos rendimentos. 

ANO NOVO, ATITUDE NOVA 

Com a crise financeira que promete se estender ao próximo ano, Domingos alerta que é fundamental evitar parcelamentos das compras de final do ano, já pensando em 2016. Segundo ele, na empolgação do consumismo típico da época, esquece-se que os rendimentos extras, também típicos do período, não persistirão pelo ano seguinte. 

“Se o parcelamento for inevitável, faça uma planilha em que o valor já comprometido esteja previsto nos meses correspondentes. Sem esse controle, é certo o acúmulo de dívidas e o risco da inadimplência. É assim que inicia-se o ciclo de endividamento que afasta a realização daquilo que realmente traz satisfação e agrega valor à vida das pessoas” complementa.



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